Apostila de Judô #2

O Nascimento do Judô

Jigoro Kano nasceu a 28 de Outubro de 1860, em Hamahigashi, vila de Mikage – hoje parte da cidade de Kobe – Prefeitura de Hyogo, Japão.

É o terceiro de uma família de três homens e duas mulheres. Nos seus primeiros anos de vida, era fraco fisicamente. Herdou o apelido, Kano, de sua mãe Sadako, que era a filha a mais velha de um rico fabricante de cerveja de Nada, Prefeitura de Shiga. Uma vez que não havia um filho varão para herdar o negócio da família e para fazer perdurar o nome da família, quando Jirosaku a desposou consentiu em tornar-se membro da casa de Kano passando a usar o nome de família da sua noiva.

Quando Jigoro tinha, em 1869, somente nove anos, a sua adorada mãe faleceu e Jirosaku Kano decidiu-se mandar o seu filho Jigoro, acompanhado pelo irmão mais velho, Kensaku, para a pequena escola particular de Seisatsusho Juku, em Tóquio.

Já reconhecido como um excelente estudante, em 1873, Jigoro passou para Ikuei Giguku, uma escola onde cada disciplina era ensinada por professores Europeus, sendo o idioma das lições inglês ou alemão. O ano que passou nesta escola foi muito duro já que era frequentemente agredido pelos colegas mais velhos e mesmo pelos seus companheiros de quarto.

No ano seguinte, entrou na escola de línguas estrangeiras de Tóquio e, em 1875, inscreveu-se em Kaisei uma escola reservada à elite, que mais tarde seria nomeada Universidade Imperial de Tokyo. Infelizmente para ele também aqui a tradição de agredir e espancar os novos estudantes eram comum.

Um dia, já com 15 anos, ele ouve Nakai Baisei – um antigo membro da guarda pessoal do shogun – dizer que o Ju-jutsu é um excelente método de treino físico. Resolve, pois, pedir a Baisei que lhe ensine esta arte, mas ele recusa, repostando que o Ju-jutsu é uma coisa do passado, completamente inadequado para um menino como ele.

Mas Kano estava firmemente decidido a aprender Ju-jutsu, e assim, em 1877, encontra um pequeno dojô no distrito de Nihonbashi conduzido por Mestre Hachinosuke Fukuda da linha Tenshin Shinyo de Ju-jutsu.

Apesar da sua fraqueza física, cedo se revela um bom estudante de Ju-jutsu e assim, dois anos mais tarde, em 1879, quando se organizou uma demonstração de Budô em honra do presidente Ulysses Grant, dos Estados Unidos, Jigoro Kano foi um dos estudantes escolhidos por Fukuda Sensei para participar. A entusiástica reação do Presidente, afirmando que o Ju-jutsu deveria ser mostrado a todo o mundo, marca profundamente Kano.

Nove dias depois da demonstração, infelizmente, Fukuda Sensei morre. Kano, agora com vinte anos, é nomeado pela família do mestre como o responsável do dojô. Bem ciente da sua inexperiência procura por Iso Sensei -o Mestre que emparceirara com Fukuda Sensei durante a demonstração perante o Presidente Grant – e torna-se seu assistente.

No ano seguinte, durante uma demonstração de Yoshin Ju-jutsu executada na Universidade Imperial de Tokyo, pede para defrontar-se em Randori com Ichimon Tozuka o filho de Mestre Hikosuke Tozuka. Kano sente-se esmagado por algumas das técnicas de Yoshin-ryu Ju-jutsu e apercebe-se que a evolução do Ju-jutsu, não consiste em fixar-se num determinado método ou escola, mas sim em incorporar o que há de melhor em cada um, criando um método inteiramente novo.

Morre o seu Mestre Isso, em Junho 1881. No mês seguinte, Jigoro Kano obtém a sua licenciatura pelo Departamento da Literatura da Universidade de Tóquio e reinscreve-se, logo de seguida, num curso especial anual de filosofia.

Tem de procurar um novo professor de Ju-jutsu, assim, através de uma carta de recomendação, chega a Iikubo Mestre da linhagem Kito-ryu de Ju-jutsu, transformando-se num estudante dessa escola.

Em Fevereiro de 1882, com o acordo de seu mestre, Jigoro Kano, agora com 22 anos, leva consigo nove dos seus mais próximos estudantes do dojô de

Kito-ryu, e funda o seu próprio dojô no templo de Eishoji. Duas ou três vezes por semana Iikubo Sensei vai ao templo ajudar a treinar os estudantes de Kano.

Kano batiza o dojô de Kodokan e passa a dedicar-se à formulação de um sistema de Ju-jutsu reformado fundado em princípios científicos, integrando o combate com a instrução mental e física. Do Kito-ryu adota o “katame waza” (técnicas no chão) e o “atemi-waza” (técnicas de projeção), mantendo as técnicas que se conformam aos princípios científicos e rejeitando todas as outras. Todas as técnicas prejudiciais e perigosas também são eliminadas.

Em 1884, são promulgados os Estatutos do Kodokan e Kano declara: “juntando as aptidões que adquiri junto das várias escolas de ju-jutsu, e adicionando meus próprios dispositivos e invenções, fundei um sistema novo para a cultura física treino mental e treino de competição. A este método eu chamo Judô Kodokan”.

A sua paixão pela educação levou-o em 1885, com somente 25 anos de idade, ao lugar de Reitor de Gakushuin. Ali  impôs uma disciplina estrita permitindo que os estudantes fossem para somente aos fins de semana, obrigando-os executar tarefas menores e ensinando-lhes humildade. Propôs também um ato revolucionário para a época ao abrir  as portas da escola aos comuns. O ambiente interno mudou por completo sob a administração de Kano, e não surpreende que os pais dos estudantes ficassem cheios de admiração pelas maravilhas operadas em Gakushuin.

Naquela época gerou-se uma feroz rivalidade entre os seguidores do Ju-jutsu tradicional e os adeptos do Judô. Porém, em breve, a superioridade do judô se tornaria evidente, especialmente após o Torneio de Artes Marciais de 1886 onde, em 15 encontros com escolas de Ju-jutsu, o Judô Kodokan venceu 12, perdeu dois e empatou um.

Uma vez firmemente estabelecidas às bases do Kodokan, os pensamentos de Kano viraram-se para a propagação do Judô num âmbito nacional e  eventualmente por todo o mundo. De fato, Kano embarcou para a sua primeira visita ultramarina em 1889, pelos auspícios do Ministério da Educação, encarregado de efetuar uma investigação sobre a os métodos educativos na Europa e aproveitou para espalhar as novidades sobre o novo desporto  japonês – o judô.

Em 1894, um corpo consultivo foi criado, o Conselho do Kodokan. O Kodokan transformou-se oficialmente uma fundação em Maio de 1909. No mesmo ano Jigoro Kano foi eleito como representante Japonês do Comitê Olímpico Internacional.

Em abril de 1911 é criado o Departamento de Formação de Instrutores de judô. Em 1912, Kano tinha feito nada menos que nove viagens para fora do Japão com o objetivo de despertar o interesse pelo novo desporto japonês. Em 1922, foi criada a Associação dos Dan’s do Kodokan.

Em 1926 o judô substitui o Ju-jutsu como disciplina oficial do programa de educação física das escolas japonesas.

Em 1932 é fundada a Sociedade de Investigação Médica em judô. No mesmo ano o Presidente do Município de Tóquio sugere, durante uma visita ao Kodokan, que Tóquio seja sede dos Jogos Olímpicos de 1940. Kano viaja para Los Angeles para participar na 10ª Olimpíada.

Em 1934 o Kodokan comemora o seu 50º aniversário. No mesmo ano Jigoro Kano visita Paris para encontrar-se com membros do COI para discutir a

oferta de Tóquio para hospedar os Jogos Olímpicos de 1940.

Em 1935 Kano recebe o prêmio Asahi para contribuições proeminentes nos campos da arte, ciência e desporto. Três anos mais tarde participa numa reunião do COI, que ocorre no Cairo, e consegue que Tóquio seja aceite como local para a realização das Olimpíadas de 1940 nas quais o judô deveria ser incluído primeira vez como um das modalidades.

No regresso dessa conferência a bordo os SS Hikawa Maru, contrai uma pneumonia e morre  a quatro de Maio de 1938, com 78 anos.

MÉTODOS DE TREINAMENTO

Kata: significa “formas”, é um sistema de movimentos pré-estabelecidos visando ao aprendizado dos fundamentos de ataque e defesa. Inclui, quedas; socos; punhaladas e inúmeras outras técnicas que somente podem ser utilizadas como movimentos pré-estabelecidos, onde, cada participante sabe o que o outro irá realizar.

Randori: significa “prática livre”. Cada participante trata o outro como se estivesse em uma disputa. Podendo derrubá-lo; estrangula-lo e aplicar chaves nas articulações, não podendo porém, aplicar recursos não apropriados tais como, socos e chutes.

A principal condição no randori é a de que os participantes não devem causar danos uns aos outros, seguindo normas de gentileza obrigatórias, objetivando a absorção de seus benefícios.

O randori pode ser praticado como método de ataque e defesa ou como método de educação física, observando-se sempre o princípio da máxima eficiência. O objetivo do treinamento físico sistemático é aperfeiçoar o controle da mente e do corpo, preparando a pessoa para enfrentar qualquer emergência ou ataque, seja acidental ou intencional.

Treinando a Mente

O kata e o randori são ambos, formas de treinamento mental, sendo o randori mais eficaz. No randori, deve-se identificar a fraqueza do adversário e estar sempre pronto para atacá-lo com todos os recursos disponíveis, quando a oportunidade surgir, sem violar as regras do Judô.

A prática do randori torna o estudante sério, sincero, solícito, cauteloso e deliberado em suas ações. Ao mesmo tempo em que aprende a tomar decisões rápidas e agir com presteza tanto para atacar como para defender. No randori não há lugar para os indecisos.

No randori nunca existe a certeza de qual técnica o oponente irá utilizar, assim, deve-se manter sempre a guarda. A atenção, observação, imaginação e o julgamento , são naturalmente desenvolvidos, como atributos a serem utilizados não só no dojô como no dia a dia.

Durante o randori, são verificadas as complexas relações físico-mentais existentes entre os dois praticantes. Com o Randori aprendemos e compreendemos o princípio da máxima eficiência, mesmo quando somos fisicamente mais fortes. É muito mais difícil vencer utilizando técnica do que utilizando força bruta. Este princípio, pode ser aplicado a vida diária.

Os estudantes aprendem que a persuasão é em última análise mais eficiente que a coação. Outro aprendizado do randori é a aplicação da quantidade correta de força; nunca superior; nunca inferior à necessária.

No randori, ocasionalmente nos defrontamos com um oponente agressivo e que deseja vencer a qualquer custo. Aprendemos nos treinamentos que não devemos resistir diretamente com força, mas sim movimentar o oponente até que sua fúria e força sejam exauridas, para então atacar.

Este aprendizado pode ser utilizado quando nos defrontamos com uma pessoa na vida diária. Desde que os argumentos que estejamos utilizando tenham efeito sobre ela, podemos esperar que se acalme. Estes são alguns exemplos da contribuição do randori para o treinamento da mente dos jovens.

Treinamento Ético

Procuremos entender como o princípio da máxima eficiência contribui para o desenvolvimento da ética.

Existem pessoas agressivas por natureza que se irritam pela mais insignificante razão. O Judô pode ensinar a essas pessoas como se autocontrolar.

Através do treinamento, elas aprendem rapidamente que a raiva é uma perda de energia, que só provoca efeitos negativos, não só à própria pessoa como também aos outros. O treinamento do Judô é extremamente benéfico para os que possuem pouca confiança em si, devido a fracassos anteriores.

O Judô nos ensina a descobrir o melhor caminho para agir. Aprendemos que em qualquer circunstância, a preocupação é um desperdício de energia. O paradoxo é que o homem que falha e o que obtém sucesso, estão na mesma posição. Cada um necessita decidir a próxima ação; escolher o curso que o levará ao futuro.

O aprendizado do Judô dá a cada um, o mesmo potencial para o sucesso, tirando o homem do estado de letargia e desapontamento. Levado-o a um estado de vigorosa atividade. Um outro tipo que pode beneficiar-se da prática do Judô é o descontente crônico, que está sempre pronto a por a culpa de seus erros nos outros. Essas pessoas apreendem que o modo negativo como sua mente pensa é contra o princípio da máxima eficiência e que viver conforme este princípio é a chave para uma mudança de seu estado mental.

A Importância do Treinamento Regular

O valor real do Judô somente aparece como resultado da prática regular. Para obter-se os benefícios físicos e mentais do Judô, a prática regular e contínua deve ser observada.

Fundamentos Básicos

Judogui é o uniforme utilizado na prática do JUDÔ. Deve ser mantido limpo e em bom estado. A primeira coisa que se deve aprender é como vesti-lo e amarrar a faixa em volta da cintura.

Graduação: os praticantes de JUDÔ são classificados conforme o grau de desenvolvimento de suas habilidades e conhecimento.

Classificação da cor da faixa

Faixa Branca (mo kyu) iniciantes Faixa Preta 2º grau (ni dan)
Faixa Cinza (nana kyu) Faixa Preta 3º grau (san dan)
Faixa Azul (do kyu) Faixa Preta 4º grau (yon dan)
Faixa Amarela (go kyu) Faixa Preta 5º grau (go dan)
Faixa Laranja (yon kyu) Faixa Vermelha e Branca 6º grau (roku dan)
Faixa Verde (san kyu) Faixa Vermelha e Branca 7º grau (hiti dan)
Faixa Roxa (ni kyu) Faixa Vermelha e Branca 8º grau (hati dan)
Faixa Marrom (iti kyu) Faixa Vermelha 9º grau (kyu dan)
Faixa Preta 1º grau (sho dan) Faixa Vermelha 10º grau (dyu dan)

Etiqueta e Saudações

Tradicionalmente, antes e depois dos treinamentos, os estudantes devem fazer reverências, demonstrando respeito e tradição; agradecendo pela oportunidade de desenvolver sua técnica. Estas reverências podem ser realizadas na posição sentada, mais formal, zarei.

ZAREI – saudação de joelhos;

RITSUREI – saudação na posição de pé.

Estas reverências devem ser sinceras, demonstrando respeito e consideração.

O Dojô (sala de treinamento) é um local de concentração, onde devem ser adotados comportamentos adequados. A higiene pessoal é também importante; as unhas devem estar cortadas rente, evitando ferimentos. O judogui deve ser lavado com regularidade e estar sempre em bom estado. Os praticantes devem também se alimentar, beber e dormir com moderação.

POSTURAS

Natural Básica Natural
Direita / Esquerda
Shizen Hontai Migi Shizentai / Hidari Shizentai
Defesa Básica Defesa
Direita / Esquerda
Jigo Hontai Migi Jigotai / Hidari Jigotai

Formas de pegadas no judogui (kumikata)

Nas formas de pegadas são utilizadas os diferentes tipos de posturas; por exemplo:

Shizen Hontai Jigo Hontai

A força empregada deve ser suficiente apenas para manter o oponente seguro, permitindo que a posição de pegada seja trocada de forma rápida e fácil; impedindo que o oponente tire vantagem da situação.

Após aprender a utilizar as formas básicas, deve ser experimentada a utilização de outras formas, até que seja encontrada a que funciona melhor para cada técnica.

A forma básica é: segurar a lapela esquerda com a mão direita na altura do ombro e com a mão esquerda à manga direita na altura do cotovelo.

Formas de andar e deslocamentos do corpo

Os movimentos para trás, para frente e para os lados, são chamados de Shintai. Quando em movimento, os pés devem deslizar. A forma natural de andar é chamada de Ayumi-Ashi.

A forma mais utilizada, quando em confronto com um oponente é chamada de Tsugi-Ashi. Quando um dos pés desloca-se, o outro segue seu movimento sem nunca ultrapassá-lo.

Os passos devem ser curtos e os pés nunca devem tocar-se. O movimento pode ser realizado para frente, como para trás, assim como lateralmente ou em diagonal.

Tai-Sabaki é o termo utilizado para designar o controle do copo. Envolve movimentos de rotação que devem ser rápidos e naturais. O corpo deve mover-se com suavidade, mantendo-se sempre o equilíbrio. O domínio do Tai-Sabaki é a chave para a perfeita execução das técnicas de quedas.

Tai-Sabaki consiste dos seguintes movimentos básicos:

MAE SABAKI: um dos pés avança seguido imediatamente pelo outro; colocando-se em um ângulo de 90º em relação ao adversário.

USHIRO SABAKI: a posição é modificada através do recuo de um dos pés e pelo giro do outro, colocando-se em um angulo de 90º em relação ao adversário.

MAE-MAWARI SABAKI: a posição é mudada através do avanço de um dos pés em diagonal, pelo seu giro e pelo deslocamento do outro até colocar-se em um angulo de 180º em relação ao adversário.

Desequilíbrio (Kuzushi)

O desequilíbrio é vital para a utilização eficiente da força. É um importante fator na execução das técnicas de quedas. Quando um oponente está desequilibrado, fica impedido de utilizar toda a sua força, perdendo assim o controle sobre si mesmo.

O desequilíbrio é conseguido basicamente, empurrando-se e puxando-se o adversário; não só com os braços, mas com a utilização de todo o corpo. Existem oito formas ou posições de desequilíbrio. É indispensável seu entendimento e utilização para o aprendizado das técnicas de judô.

Para Frente Para Trás
Lado Direito Lado Esquerdo
Para Frente Para Frente
Diagonal Direita Diagonal Esquerda
Para Trás Para Trás
Diagonal Direita Diagonal Esquerda

Se o oponente empurrar, ceda, puxando-o, aplicando seu kuzushi. Se o oponente puxar, empurre-o.

Fases da Projeção

Para executar uma técnica de projeção, são necessárias três fases distintas:

Desequilíbrio – kuzushi

Posicionamento -Tsukuri

Aplicação – Kake

A primeira fase é a de desequilíbrio. A segunda é a de posicionamento, quando, quem executa a projeção, coloca-se na posição necessária a execução da terceira fase.

A terceira fase é a da aplicação. Sem um bom Tsukuri, não se consegue uma boa aplicação, Kake, da técnica. Podendo causar danos musculares ou as articulações e ossos.

Portanto sem um bom Tsukuri não se consegue derrubar um adversário mais forte. Os iniciantes devem concentrar-se no aprendizado de Tsukuri antes do Kake.

TÉCNICAS DE COMO CAIR

Ukemi

Antes do treinamento das técnicas de projeção ou do randori é indispensável o aprendizado das técnicas de Como Cair, chamadas de Ukemi, que devem ser treinadas exaustivamente tanto para o lado direito como para o lado esquerdo. As formas de cair são quatro:

Para Trás Ushiro
Para os Lados Yoko
Para Frente Mae
Para Frente Rolando Zenpo Kaiten

Os principais pontos que devem ser levados em consideração quando se está caindo são:

Bater com força uma ou ambas as mãos espalmadas no tatame;

Curvar o pescoço, encostando o queixo no peito, evitando que a cabeça bata no tatame quando da queda;

A forma de cair Para Frente, proporciona proteção em algumas situações; mas em quedas onde a força ou o peso é grande, deve-se utilizar o rolamento para frente.

O rolamento para frente deve ser treinado inicialmente partindo-se de uma posição estática.

A partir do momento em que o movimento tornar-se natural e suave, deve ser praticado em movimento e finalmente por cima de obstáculos.

CLASSIFICAÇÃO DAS TÉCNICAS WAZA

Todas as técnicas do judô são classificadas em três categorias:

Técnicas de Projeção Nage Waza

Técnicas de Domínio Katame Waza

Técnicas de Golpes Contundentes Atemi Waza

As técnicas de projeção subdividem-se em:

Utilizando as Mãos – Te Waza;

Em Pé – Tachi Waza;

Utilizando o Quadril – Koshi Waza;

Utilizando os Pés e Pernas – Ashi Waza.

Esta classificação refere-se a parte do corpo utilizada para a execução da projeção.

1.2. Técnicas de Sacrifício Sutemi Waza

Quem aplica a projeção, sacrifica seu equilíbrio para desequilibrar (kuzushi) o adversário.

Para Trás – Ma Sutemi Waza

Para o lado – Yoko Sutemi Waza.

As técnicas de domínio subdividem-se em:

Técnicas de Imobilização Osae-komi Waza;

Técnicas de Estrangulamento Shime Waza;

Técnicas de Chaves nas Articulações Kansetsu Waza.

O termo ne waza (técnicas de chão) é utilizado com freqüência e de forma errada para identificar as técnicas de domínio (Katame waza), pois alguns estrangulamentos e chaves podem ser também aplicados na posição em pé.

Assim, pela terminologia, as técnicas de domínio, permitem subjugar um adversário através de imobilizações, estrangulamentos ou chaves nas articulações.

Técnicas de Golpes Contundentes Atemi waza

As técnicas de golpes contundentes têm como objetivo a autodefesa. São aplicadas em ponto vitais, provocando dor, perda de consciência ou até a morte. Devem ser aplicadas somente como último recurso em casos de extrema necessidade. Estas técnicas nunca são utilizadas em competições ou randori; somente na forma de katas.

Estas técnicas subdividem-se em:

Golpes com a Mão e o Braço

  • Com os dedos Yubisaki Ate
  • Com a mão fechada (soco) Kobushi Ate
  • Com a mão aberta (cutelada) Tegatana Ate
  • Com o cotovelo Hiji Ate
Golpes com o Pé e a Perna

  • Com o Pé (chute) Sekito Ate
  • Com o Tornozelo Kakato Ate
  • Com o joelho Hiza Gashira Ate

O GOKYO - os cinco princípios

O Gokyo é um conjunto de cinco grupos de oito técnicas de projeção, organizadas de forma pedagógica por Jigoro Kano com ajuda dos mestres Yokoyama, Yamashita, Nagaoka e Iitsuka.

Cada grupo permite o aprendizado progressivo das diversas projeções, partindo das que exigem reduzida habilidade e esforço físico, até as que exigem considerável controle da força.

1º Grupo

  • 5º Kyu
2º Grupo

  • 4º Kyu
3º Grupo

  • 3º Kyu
4º Grupo

  • 2º Kyu

5º Grupo

  • 1º Kyu
  1. De ashi harai
  2. Hiza guruma
  3. Sasae tsurikomi ashi
  4. Uki goshi
  5. Osoto gari
  6. O goshi
  7. Ouchi gari
  8. Seoi nage
  1. Kosoto gari
  2. Kouchi-gari
  3. Koshi guruma
  4. Tsurikomi goshi
  5. Okuri ashi harai
  6. Tai otoshi
  7. Harai goshi
  8. Uchi mata
  • Kosoto gake
  • Tsuri goshi
  • Yoko otoshi
  • Ashi guruma
  • Hane goshi
  • Harai tsurikomi ashi
  • Tomoe nage
  • Kata guruma
  1. Sumi gaeshi
  2. Tani otoshi
  3. Hane makikomi
  4. Sukui nage
  5. Tsuri goshi
  6. O guruma
  7. Soto makikomi
  8. Uki otoshi
  1. Osoto guruma
  2. Uki waza
  3. Yoko wakare
  4. Yoko guruma
  5. Ushiro goshi
  6. Ura nage
  7. Sumi otoshi
  8. Yoko gake

Em 1982, foi adicionado um sexto grupo de técnicas e 17 técnicas novas foram reconhecidas oficialmente.

Em 1997, foram reconhecidas oficialmente mais duas técnicas.

Sode tsurikomi goshi Ippon seoi nage

As técnicas (“wazas”) são divididas em dois grandes grupos:

Nage waza (67 técnicas de projeção) Katame waza (29 técnicas de solo)

Por sua vez, tanto o Nage waza quanto o Katame waza são divididos em sub grupos:

NAGE WAZATe waza (15 tec. de mão)

  • Koshi waza (11 tec . de quadril)
  • Ashi waza (21 tec. de perna e/ou pé)
  • Sutemi waza (20 tec .de sacrifício)

KATAME WAZA

  • Osae komi waza (7 tec. de imobilização)
  • Shime waza (12 tec. de estrangulamento)
  • Kansetsu waza (10 chaves de articulação)

Nage waza: grupos, história & didática.

TE WAZA KOSHI WAZA ASHI WAZA SUTEMI WAZA
  1. Ippon seoi nage
  2. Kata guruma
  3. Kibisu gaeshi
  4. Ko uchi gaeshi
  5. Kuchiki taoshi
  6. Morote gari
  7. Obi otoshi
  8. Seoi nage
  9. Seoi otoshi
  10. Sukui nage
  11. Sumi otoshi
  12. Tai otoshi
  13. Uchi mata sukashi
  14. Uki otoshi
  15. Yama arashi
  1. Daki age
  2. *Hane goshi
  3. Harai goshi
  4. Koshi guruma
  5. O goshi
  6. Sode tsuri komi goshi
  7. Tsuri komi goshi
  8. Tsuri goshi
  9. Uki goshi
  10. Ushiro goshi
  11. Utsuri goshi
  1. Ashi guruma
  2. Deashi harai
  3. Hane goshi gaeshi
  4. Harai tsuri komi ashi
  5. Harai goshi gaeshi
  6. Hiza guruma
  7. Ko soto gariKo uchi gari
  8. Ko soto gake
  9. O soto gari
  10. O uchi gari
  11. O guruma
  12. O soto guruma
  13. O soto otoshi
  14. O soto gaeshi
  15. O uchi gaeshi
  16. Okuri ashi harai
  17. Sasae tsuri komi ashi
  18. Tsubame gaeshi
  19. Uchi mata
  20. Uchi mata gaeshi
  1. Ma sutemi (frontais)
  2. Hiki komi gaeshi
  3. Sumi gaeshi
  4. Tawara gaeshi
  5. Tomoe nage
  6. Ura nage
  1. Yoko sutemi (laterais)
  2. Daki wakare
  3. Hane maki komi
  4. Harai maki komiKani basami
  5. *Kawazu gake
  6. *O soto maki komi
  7. Soto maki komi
  8. Tani otoshi
  9. Uchi maki komi
  10. Uchi mata maki komi
  11. Uki waza
  12. Yoko otoshi
  13. Yoko wakare
  14. Yoko guruma
  15. Yoko gake
* Técnicas não permitidas em competições

MAIS UM POUCO DE HISTÓRIA

Em 1895 foi estipulado o “Go Kyo no Waza” com fins didáticos. Quarenta e duas técnicas foram divididas em cinco (“go”) grupos. A proposta era estabelecer um parâmetro de preparação dos “dangai” (portadores de “kyus” faixas azul à marrom) que aspirassem uma promoção à categoria de “yudansha” (faixas pretas). Conheça a primeira composição do Go kyo:

KATAME WAZA

OSAE KOMI WAZA SHIME WAZA KANSETSU WAZA
  1. Hon kesa gatame
  2. Kami shiho gatame
  3. Kata gatame
  4. Kuzure kesa gatame
  5. Kuzure kami shiho gatame
  6. Tate shiho gatame
  7. Yoko shiho gatame
  1. Do jime (técnica proibida
  2. Gyaku juji jime
  3. Hadaka jimeKata juji jime
  4. Kata ha jime
  5. Kata te jime
  6. Nami juji jime
  7. Okuri eri jime
  8. Ryo te jime
  9. Sankaku jime
  10. Sode guruma jime
  11. Tsukkomi jime
  1. Ashi garami (técnica proibida)
  2. Ude garami
  3. Ude hishigi juji gatame
  4. Ude hishigi ude gatame
  5. Ude hishigi hiza gatame
  6. Ude hishigi waki gatame
  7. Ude hishigi hara gatame
  8. Ude hishigi ashi gatame
  9. Ude hishigi te gatame
  10. Ude hishigi san kaku gatame

TÉCNICAS

Kaeshi Waza Contra Golpe
Renraku Renka Waza Golpe Em Sequência
Técnica de Projeção Cinco Séries
Classificação de Judô Técnicas Para Exame de Faixas Superiores

KAESHI WAZA – CONTRA GOLPE

  • Tai Otoshi
  • Tai Otoshi
  • Kata Guruma
  • Kata Guruma
  • Ippon Seoi Nague
  • Morote Gari
  • Koshi Guruma
  • Koshi Guruma
  • Tsurikomi Goshi
  • Tsurikomi Goshi
  • Tsurikomi Goshi
  • Harai Goshi
  • Harai Goshi
  • Harai Goshi
  • Hane Goshi
  • Hane Goshi
  • Hane Goshi
  • Uti Mata
  • Uti Mata
  • Uti Mata
  • Uti Mata
  • Sassae Tsurikomi Ashi
  • Sassae Tsurikomi Ashi
  • Sassae Tsurikomi Ashi
  • Sassae Tsurikomi Ashi
  • O Soto Gari
  • O Soto Gari
  • O Soto Gari
  • Ouchi Gari
  • Ouchi Gari
  • Ouchi Gari
  • De Ashi Barai

RENRAKU-HENKA-WAZA

Técnicas de Golpes combinados

Golpes que poderão ser aplicados e no caso de não funcionar o judoca mudará automaticamente para outro Golpe.

No caso das imobilizações, chaves ou estrangulamentos, trata se da seqüência da técnica, entra se um golpe e o finaliza com outra técnica do katame-waza.

Nage-waza / Nage-waza (Golpe para Golpe) Nage-waza / Katame-waza (Golpe + Imobilização) Katame-waza / Katame-waza (Imobilização + Imobilização)
  • O-uchi-gari / Tai-otoshiO-uchi-gari / Harai-goshi
  • O-soto-gari / Hiza-gurumaTai-otoshi / O-uchi-gari
  • Hiza-guruma / O-uchi-gariKo-uchi-gari / Ippon-seoi-nageKo-uchi-gari / Hane-goshi
  • O-uchi-gari / Uchi-mataIppon-seoi-nage / Ko-uchi-gari
  • Tsuri-komi-goshi / O-uchi-gari
  • Hane-goshi / O-uchi-gariKo-uchi-gari / O-uchi-gari
  • O-uchi-gari / Ko-uchi-gari
  • Ko-uchi-gari / O-uchi-gari (b)Tsuri-komi-goshi / Sode-tsuri-komi-goshi
  • O-soto-gari / O-soto-gari
  • Hiza-guruma / Hiza-guruma
  • Sasae-tsuri-komi-ashi / Tai-otoshi
  • Hiza-guruma / Harai-goshi
  • Ippon-seoi-nage / Seoi-otoshi
  • O-soto-gari / Hon-gesa-gatame
  • O-soto-gari / Juji-gatameO-uchi-gari / Katate-jime
  • Hon-gesa-gatame / Kata-gatame
  • Yoko-shiho-gatame / Ude-gatame
  • Katate-jime / Juji-gatame
  • Okuri-eri-jime / Kami-dhiho-gatame
  • Okuri-eri-jime / Kataha-jime
  • Ude-gatame / Kuzure-geza-gatame
  • Ude-garame / Waki-gatame
  • Juji-gatame / Kata-te-jime
Katame-waza / Nage-waza (Imobilização + Golpe)
  • Morote-jime / Tomoe-nage
  • Ude-gatame / O-uchi-gari
  • Ude-gatame / Sasae-tsuri-komi-ashi

CLASSIFICAÇÃO DE JUDÔ

Nague Waza Técnica de Projeção
Katame Waza Técnica de Domínio no Solo
Shime Waza Técnica de Estrangulamento
Kansetsu Waza Técnica de Chave de Braço

NAGE WAZA – TÉCNICA DE PROJEÇÃO

Tati Waza : Técnica Em Pé
Te Waza Técnica de Mãos
Koshi Waza Técnica de Quadris
Ashi Waza Técnica de Pés
Sutemi Waza : Técnica de Sacrifício
Masutemi Waza Projeção Frontal
Yokosutemi Waza Projeção Lateral
Tati Waza : Técnica Em Pé
Te Waza Técnica de Mãos
Ippon Seoi Nague Morote ou Ma Seoi Nague Eri ou Utsushi Eri Seoi Nague Seoi Otoshi
Kata Guruma Uki Otoshi Tai Otoshi Sumi Otoshi
Moro Te Gari Tê Guruma Sukui Nague Kutigui Taoshi
Kibissu Gaeshi
Koshi Waza Técnica de Quadris
Koshi Guruma Tsurikomi Goshi Sodê Tsurikomi Goshi Ô Goshi
Uki Goshi Tsuri Goshi Ko Tsuri Goshi Harai Goshi
Hane Goshi
Ashi Waza Técnica de Pés
Ô Soto Gari Ô Soto Otoshi Ô Soto Guruma Sassae Tsurikomi Ashi
Harai Tsurikomi Ashi De Ashi Barai Uti Mata Hizá Guruma
Ashi Guruma Ô Guruma Ô Uti Gari Kô Soto Gari
Kô Soto Gake Kô Uti Gake Kô Uti Gari
Sutemi Waza : Técnica de Sacrifício
Masutemi Waza Projeção Frontal
Tomoe Nague Sumi Gaeshi Sumi Nague Tawara Gaeshi
Ura Nague
Sutemi Waza Técnica de Sacrifício
Yokosutemi Waza Projeção Lateral
Uki Waza Yoko Gake Yoko Wakare Yoko Otoshi
Yoko Guruma Tani Otoshi Kikikomi Gaeshi Soto Makikomi
Uti Makikomi Harai Makikomi Hane Makikomi Kô Uti Makikomi
Kakae Nague Obi Otoshi Yokô Tomoe

UKEMI AMORTECIMENTO DE QUEDA

  • Tê Uti Ukemi
  • Mae Ukemi
  • Ushiro Ukemi
  • Queda à Batida de Mão
  • Queda Frontal
  • Queda de Costas
  • Zempô Kaiten Ukemi
  • Yoko Ukemi
  • Queda com Giro Frontal
  • Queda ao Lado

SHISEI – POSTURAS

  • Zai
  • Zei
  • ZaKyoshy
  • Posição Sentado.
  • Ajoelhado
  • Apenas Uma Perna Ajoelhada
  • Tyu Goshi
  • Tyoku Ritsu
  • Ritsui I
  • Posição Agachado
  • Posição de Sentido
  • Posição Em Pé.

SHIZEN TAI POSIÇÃO NATURAL:

Shizei Hontai Posição Natural Fundamental
Migui Shizentai Posição Natural Direita
Hidari Shizentai Posição Natural Esquerda.
Jigô Tai Posição de Defesa.
Jigô Hontai Posição de Defesa Fundamental.
Migui Jigô Tai Posição de Defesa Direita
Hidari Jigô Tai Posição de Defesa Esquerda.

AYUMI KATA (SHIN TAI) MANEIRA DE ANDAR (DESLOCAMENTO)

Ayumi Ashi Passo Normal Suri Ashi Passo Normal Arrastado
Tsugo Ashi Passo Emendado

KUMI KATA - MANEIRA DE SEGURAR (PEGADAS)

Migui Kumi Pegada Na Posição Direita Hidari Kumi Pegada Na Posição Esquerda
Fusegui Defesa

TAI SABAKI - MOVIMENTO DO CORPO

Mae Sabaki Esquivas com Movimento Para Frente
Mawari Sabaki Esquivas com Movimento Em Volta
Yokô Sabaki Esquivas com Movimento Para O Lado
Ushirô Sabaki Esquivas com Movimento Para Trás

NÚMEROS

  • 0
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • Rei
  • Iti
  • Ni
  • San
  • Shi
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
  • Roku
  • Hiti
  • Hati
  • Kyu
  • Dyu
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • Dyu Iti
  • Dyu Ni
  • Dyu San
  • Dyu Shi
  • Dyu Gô
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • Dyu Roku
  • Dyu Hiti
  • Dyu Hati
  • Dyu Kyu
  • Ni Dyu

OBJETOS PARA O JUDÔ

Tatame Acolchoado Zôri Chinelo
Kimono ou Judogui Roupa de Judô Obi Faixa
Zubon (Shitabaki) Calça Eri Gola
Himô Fio Kiken Desistência
Nakaeri Meio da Gola Oku Eri Fundo da Gola
Ushiro Eri Atrás da Gola Mon Donkorô 10 Cm Abaixo da Gola Atrás
Acima Kami Acima
Shitá Abaixo Gyaku Contrário
Shimô Abaixo Kessa Ângulo
Niguiri Apertar Kô Tai Trocar de Adversário
Shisôo Quatro Lados Zempô Parte Frontal

TREINAMENTO, COMPETIÇÃO, FAIXA E OUTROS TERMOS:

TREINAMENTO
Utikomi Renshu Treinamento de Técnicas Kata(Kihon Renshu) Treinamento de Base
Randori Jiyú Renshu Treino Livre Kangueiko Treino de Inverno
Shotsugueiko Treino de Verão Hari Soke Gueiko Ataque Combinado
Hyappon Gueiko Treinamento com Queda Kaeshi Waza Contra Ataque
Shiai Gueiko Treinamento de Disputa Renraku Renka Wasa Técnica de Sequência

COMPETIÇÃO

Taikai Campeonato Shiai Jo Área de Competição
Shin Pan Hô Arbitragem Shin Pan In Árbitros
Shushin Árbitros Central Fukushin Árbitros Lateral
Hajimê Iniciar Soremadê Terminar
Matê Pare Sono Mam A Pare do Jeito Que Está
Yoshi Continuar Osae Komi Comando de Imobilização
Toketa Comando de Desimobilização Ippon Pontuação Completa
Waza Ari Meio Ponto Yuko Um Quarto de Ponto
Koká Um Oitavo de Ponto Hansoku Make Penalidade Máxima (Desclassificação)
Keikoku Penalidade (Meio Ponto) Igual a Waza Ari Chui Penalidade (1/4 Pto) Igual a Yukô
Shidô Penalidade (1/8 de Ponto) Igual a Koká Fusen Gáti Vitória s/ Adversário (Ausência)
Sôgo Gáti Vitória a Ponto Somado Kiken Gati Vitória Em Desistência.

FAIXA (OBI)

Mae Obi Frente da Faixa Yokô Obi Lado da Faixa Ushiro Obi Atrás da faixa

OUTROS TERMOS

NOME SIGNIFICADO NOME SIGNIFICADO
AGÓ Queixo MOKUSÔ Meditação
AKÁ Vermelho MOROTE Duas Mãos
AKILES Tendão de Aquiles MURÁ Bairro
ANATA Senhor ou Senhora MURASAKI Roxo
Azul NAMBEI Panamericano
ARIGATÔ GOZAIMASU Obrigado NIGUIRI Apertar
ASHI no KÔ Dorso do Pé NINTAI Perseverança (Paciência)
ASHI no URA Sola do Pé NODÔ Garganta
ASHI no YUBI Dedo do Pé OHAYÔ GOZAIMASU Bom Dia
ASHI WAZA Técnica de Pé ou Perna OMOTÊ Frente
ATAMÁ Cabeça ONEGAI SHIMASU Por Favor
BOKKEN Espada de Madeira ORENJI Laranja
BOKU Eu (Masculino) RANDORI (JIYÚ RENSHU) Treino Livre
BYÔO Segundos REI Cumprimento
CHI Capital REI HÔ Saudação (maneira de cumprimento)
DAITÔO Espada Maior RENRAKU RENKA WASA Técnica de Sequência
DÔO Tronco RYO TÊ Duas Mãos
DÔO HAI Colegas SANKAKU Triângulo
DORYOKU Esforço (Empenho) SAYONARA Até Logo
FUN Minutos SEISHIN Espírito
GOMEM (SHIKKEI) Perdão , Desculpe Me SEITÔ Aluno
GOMEN KUDASSAI Com Licença SEKAI Mundial
GUN Município SEMPAI Superiores (Classe)
GYAKU Contrário SENSEI Professor
HANÁ Nariz SENSHU KEN Campeonato
HARÁ Ventre SHI HAN Mestre
HARI SOKE GUEIKO Ataque Combinado SHIAI Luta, Competição
HASSAMI Tesoura SHIAI GUEIKO Treinamento de Disputa
HATÁ Bandeira SHIAI JO Área de Competição
HIDI Cotovelo SHIBORI Apertar (torcer)
HIMÔ Fio SHIMÔ Abaixo
HISSHYÔ Ei de Vencer SHIN SHIN Espírito e Físico (corpo)
HITAI Testa SHINBAN Juiz
HIZA Joelho SHIRÔ Branco
HÔOTYÔO Faca SHISÔO Quatro Lados
HYAPPON GUEIKO Treinamento com Queda SHITÁ Abaixo
JIKAN Horário (Ou Horas) SHÔOTÔO Espada Menor
JÔ SEKI Lugar Onde se Sentam as Autoridades (Ao Lado do Altar) SHOTSUGUEIKO Treino de Verão
KAKATO Calcanhar SHUSHIN Árbitros Central
KAN Estudo SUATE Sentar
KANDJE Assistente do Professor SUMIMASEN Perdão
KANGUEIKO Treino de Inverno SUNÊ Canela
KAO Rosto TAI Corpo
KARADÁ Corpo TAIKAI Campeonato
KATA Prática Regulamentada ou Ombro TAIMU DOKEI Cronômetro
KATA TÊ Uma Mão TAISSO Ginástica
KATA(KIHON RENSHU) Treinamento de Base TANJYÚ Revolver
KATAME WAZA Luta no Solo TANTÔO Punhal
KATANÁ Espada TATAME Esteira de Palha
KATI Vencedor Por Ippon TE Mão
KEN Estadual TÊ GATANÁ Mão Usada Como Espada
KIAI Grito Usado Pelos Lutadores TÊ KUBI Pulso
KIBISU Calcanhar TÊ no KÔ Dorso da Mão
KII Amarelo TE WAZA Técnica de Mão
KIKEN Desistência TOKEI Relógio
KIKEN GATI Vitória em desistência TSUKURI Preparação Para a Queda
KIMI Você TSUMÊ Unha
KO Moral Elevada, Espírito Perfeito TYAIRÔ Marrom
KÔ HAI Inferiores (Classe) UCHI KOMI Treinamento de Entradas
KÔ TAI Trocar de Adversário UDE Braço
KOBUSHI Punho Acima
KODOKAN Sede Internacional do Judô UKE Judoca Passivo
KOKKI Bandeira Nacional UKEMI Batidas no chão para aprender a cair
KOKUSAI Internacional URA Atrás
KON BAN WA Boa Noite UTIKOMI RENSHU Treinamento de Técnicas
KON NITI WA Boa Tarde UTSUBUSSE Bruço
KOSHI Quadril WAKI Axila
KUBI Pescoço WATAKUSHI Eu
KUIKI Distrito WIKI Puchada
KURÔ Preto YOKO SUTEMI WAZA Tec. Projeção de Lado
KURUBUSHI Tornozelo YOSHI Continuar
KUTI Boca YUBI Dedo
MAKURA Cabeceira YUTSU BAI De quatro
MATSUGUÊ Cílios ZEMPÔ Parte Frontal
MAYGUÊ Sobrancelha ZENKOKU Nacional
Olho ZÔRI Chinelo
MIDORI Verde ZUBON ou SHITABAKI Calça
MIMI Orelha

Esta apostila é baseada no Judô Kodokan e em seus princípios: máxima eficiência na utilização das energias física e mental; desenvolvimento e benefícios mútuos.

Mais do que um desporto, Judô é um método de educação física cujo objetivo é o harmonioso desenvolvimento físico moral. Os conceitos aqui descritos têm caráter meramente informativo; não pretendendo substituir em nada, a prática supervisionada por um professor credenciado.

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